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Classico e Lindo Tissot Antimagnetique Gold Plaque - Segundeiro Central

SP / Brasil
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✔ Preço Fixo
Relógio Pulso Masculino
  • Tissot
  • Antimagnetique
  • 1950
  • 35,0mm X 42,5mm
  • [Não informado]
  • Mecânico à Corda
  • Usado - Muito bom (Usado, com poucas ou nenhumas marcas de uso)
  • Apenas o Item
  • Mais informações

Descrição



  • Funcionando Perfeitamente
  • Revisado
  • Raro modelo em plaque de ouro - Excelente para uso e coleção
  • Fundo ASSINADO - com todas as inscrições da marca
  • Movimento corda manuaL - assinado TISSOT
  • Pulseira em couro em avestruz by RFOZ
  • Acrílico
  • Coroa não Assinada
  • Excelente para uso e coleção
  • Excelente tamanho com 35X 42,5 mm sem contar a coroa

Sem garantia

Relógios Tissot como este Antimagnetic costumavam existir em grande número, mas o aumento do número de colecionadores em todo o mundo diminuiu a disponibilidade deste modelo agora. Então, por que eles são tão populares? Bem, eles são um relógio de aço inoxidável de fabricação suíça que não só tem um movimento interno, mas também tem um design muito bem equilibrado. Neste exemplo, o mostrador foi restaurado no passado, o que não é o ideal, mas muitos desses relógios têm pátina muito pesada, então é compreensível. O movimento é o calibre 17.5-23 de corda manual da Tissot, que não só tem segundos centrais, mas também tem proteção contra choques no balanço, onde muitos Tissot Antimagnetic não têm nenhuma proteção contra choques.

Esta linha é conhecida por sua resistência a campos magnéticos, uma inovação importante para a época.

História: A linha Antimagnetique foi lançada na década de 1930 pela Tissot, uma marca suíça de relógios de luxo fundada em 1853. A tecnologia antimagnética foi um avanço significativo, pois garantia maior precisão aos relógios, tornando-os populares entre profissionais que trabalhavam em ambientes com alta exposição a campos magnéticos, como engenheiros e cientistas. 

Características: A linha Tissot Antimagnetique é apreciada por colecionadores devido à sua grande variedade de mostradores, tamanhos de caixa, materiais e movimentos. O modelo na imagem parece ser um exemplar com caixa dourada e pulseira de couro preta, com a inscrição "Tissot Antimagnetique" no mostrador. 

Estado de Conservação

Usado - Muito bom (Usado, com poucas ou nenhumas marcas de uso)

Componentes Originais
Os componentes que estão em vermelho não são originais
Caixa Bezel Coroa Fundo Mostrador Ponteiros Mecanismo Pulseira Fivela / Fecho

Especificações

  • ID: dcc6bedb-e6dd-485c-888b-2e3b25dd4065
  • Marca: Tissot
  • Modelo: Antimagnetique
  • Referência: [Não informado]
  • Tamanho: 35,0mm X 42,5mm
  • Ano/Década de fabricação: 1950
  • Conteúdo fornecido: Apenas o Item
  • Gênero: Masculino
  • Movimento: Mecânico à Corda
  • Calibre: Tissot 17.5-23
  • Reserva de Marcha: [Não informado]
  • Frequência (VPH): [Não informado]
  • Rubis: [Não informado]
  • Material da Caixa: Aço
  • Material do Bezel: Plaque
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Tissot Antimagnetique (1930) - O Pioneiro que Blindou o Tempo: O Primeiro Relógio de Pulso Antimagnético Produzido em Massa

O primeiro relógio de pulso antimagnético produzido em massa do mundo. Inicialmente disponível em caixas retangulares com o Calibre 20 de corda manual e em versões de caixa redonda com o Calibre 21.7, protegendo o movimento de campos magnéticos.


RESUMO

O Tissot Antimagnetique de 1930 não é apenas um relógio; é um documento histórico de uma era em transição. Lançado num momento em que a sociedade moderna se eletrificava rapidamente, com a proliferação de rádios, telefones e motores elétricos, a relojoaria enfrentava um inimigo invisível e formidável: o magnetismo. Até então, a exposição a campos magnéticos desregulava completamente a precisão dos balanços e espirais de aço tradicionais, tornando os relógios de pulso não confiáveis para engenheiros, técnicos e cientistas. O Tissot Antimagnetique surgiu como a resposta definitiva e democrática a este dilema. Posicionado não como um relógio de mergulho ou de aviação no sentido clássico, mas como o 'relógio do homem moderno' e do profissional técnico, ele representou um triunfo da engenharia de materiais sobre as limitações físicas da época. A sua filosofia de design, profundamente enraizada na estética Art Déco dos anos 30, equilibrava a elegância formal com uma utilidade robusta, alojando calibres revolucionários em caixas que variavam do retangular arquitetônico ao clássico redondo. Na alta horologia, a importância deste modelo é incomensurável; ele pavimentou o caminho para categorias inteiras de 'relógios de cientista' que surgiriam décadas depois, como o Rolex Milgauss e o IWC Ingenieur. O Tissot Antimagnetique provou que a precisão cronométrica poderia ser mantida independentemente do ambiente eletromagnético hostil, solidificando a reputação da Tissot como uma verdadeira inovadora técnica, e não apenas uma montadora de peças.

HISTÓRIA

A história do Tissot Antimagnetique é, em essência, a história da adaptação da horologia à revolução industrial elétrica. No final da década de 1920, a precisão dos relógios de pulso estava sob cerco. A rápida expansão da eletricidade na vida cotidiana — através de eletrodomésticos, sistemas de som e maquinário industrial — criou um ambiente permeado por campos magnéticos. Para um relógio mecânico tradicional, isso era catastrófico; as espirais de aço azulado magnetizavam-se instantaneamente, colando as espiras umas às outras, o que resultava em avanços drásticos de tempo ou na parada total do mecanismo. Enquanto a Vacheron Constantin havia experimentado com conceitos antimagnéticos em relógios de bolso no final do século XIX, estas eram peças únicas e proibitivamente caras. Em 1930, a Tissot alterou o curso da história ao lançar o primeiro relógio de pulso antimagnético produzido em série. O desenvolvimento foi fruto de anos de pesquisa intensiva em Le Locle, focada não apenas no isolamento da caixa (o conceito de Gaiola de Faraday, que viria a ser popularizado mais tarde), mas fundamentalmente na metalurgia dos componentes críticos do movimento. A Tissot introduziu ligas especiais não magnéticas — frequentemente derivadas de paládio e, posteriormente, ligas como Elinvar — para a confecção da espiral e da roda de escape. O lançamento foi bifurcado em duas vertentes principais para atender aos gostos estéticos da época: o Calibre 20, um movimento de forma projetado para as elegantes caixas retangulares e 'tonneau' que definiam o chique parisiense dos anos 30; e o Calibre 21.7, um movimento robusto para caixas redondas, preferido por técnicos e puristas. Esta dualidade permitiu que a tecnologia antimagnética não ficasse restrita a um único 'relógio ferramenta', mas permeasse toda a coleção da marca. Ao longo das décadas de 1930 e 1940, o modelo evoluiu. O sucesso do Antimagnetique foi um dos catalisadores para a fusão da Tissot com a Omega em 1930, formando a holding SSIH. Esta parceria permitiu que a tecnologia desenvolvida pela Tissot fosse compartilhada e aprimorada, influenciando os futuros modelos técnicos da Omega. O design dos mostradores do Antimagnetique também documenta a evolução do gosto do século XX, passando dos numerais explodidos e trilhos de trem do Art Déco inicial para o minimalismo funcionalista do estilo Bauhaus no final da década de 1940 (frequentemente com a introdução da série de calibres 27). O impacto deste modelo na indústria é monumental. Antes do Tissot Antimagnetique, a resistência ao magnetismo era uma curiosidade científica; após 1930, tornou-se um requisito essencial para qualquer relógio de qualidade. Ele estabeleceu o padrão de que um relógio de pulso deve ser capaz de resistir ao ambiente em que seu usuário vive, libertando o proprietário da preocupação constante com a proximidade de rádios ou motores. Para o colecionador moderno, encontrar um exemplar de 1930 com o Calibre 20 ou 21.7 original é possuir o 'Marco Zero' da relojoaria técnica moderna.

CURIOSIDADES

Campanha do Íman em U: Para demonstrar a eficácia do relógio, os revendedores da Tissot nos anos 30 exibiam o modelo suspenso dentro de um grande íman em forma de 'U', uma imagem de marketing icônica que desafiava o senso comum da época. O Irmão da Omega: A tecnologia desenvolvida para o Tissot Antimagnetique foi fundamental para a fundação do grupo SSIH (Société Suisse pour l'Industrie Horlogère) em 1930, unindo Tissot e Omega. A Omega utilizaria princípios semelhantes décadas mais tarde no Railmaster. Material da Caixa 'Staybrite': Muitos dos primeiros modelos utilizavam o aço 'Staybrite', uma das primeiras formas de aço inoxidável comercialmente viáveis para caixas de relógio, altamente valorizada hoje pela sua resistência à corrosão comparada a ligas inferiores da época. Variedade de Formas: Ao contrário dos relógios antimagnéticos posteriores (como o Milgauss), que eram quase exclusivamente redondos devido à necessidade de uma gaiola de ferro macio interna, o uso de componentes não magnéticos pela Tissot permitiu que o Antimagnetique existisse em formas retangulares elegantes. Legado Duradouro: O nome 'Antimagnetique' adornou os mostradores da Tissot por mais de duas décadas, tornando-se sinônimo da marca, similar ao que o 'Oyster' representa para a Rolex. Uso Militar e Científico: Embora civil, o relógio foi amplamente adotado não oficialmente por engenheiros militares de comunicação durante a Segunda Guerra Mundial devido à sua resistência a equipamentos de rádio. Precursor do Silício: A busca da Tissot por materiais não magnéticos em 1930 é o antepassado espiritual direto do uso moderno de espirais de silício na relojoaria contemporânea.